Pensamos, pesamos, mudamos e evoluímos

Olá Leitores!

É com muito orgulho que anunciamos uma total mudança no nosso blog! Novos textos, novos autores,novas imagens! Confiram!

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Joguinhos Vs Sedução

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Um dia estava discutindo com uma amiga sobre a atitude que as pessoas tomam quando estão afim de alguém ou quando sabem que alguém está afim dela. No meio da conversa ela soltou uma frase que me fez querer escrever esse texto, era mais ou menos assim: “Ah, mas as meninas mudam mesmo a forma de tratar um cara quando descobre que ele está afim, algumas vão tratar com indiferença, outras mesmo que interessadas farão joguinhos, é normal.”

Me peguei refletindo qual a real necessidade de tudo isso… porque na boa? Para mim, isso é coisa de colegial. Dar todos os sinais que está interessada e depois que você chama para sair muda totalmente de postura? Ah não dá….

Entendam bem, não estou falando de joguinhos de sedução, troca de olhares, mimos…. mas sim aquelas coisas infantis…Sabe?
Ficar de #mimimi, fazendo gracinha, indiretas nas redes sociais para causar ciúmes, não conversar direito, respostas monossílabas, ignorar sem propósito…..quando me deparo com uma menininha nesse nível (afinal mulher de verdade não age assim) eu chego a duas conclusões:

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Ou esse é o jeito dela de se fazer de difícil (e mostrar que é infantil e não sabe muito bem o que quer da vida) ou pior ainda, não está interessada mas quer alguém ali para massagear o seu pequenino ego. Não sei qual das opções é pior.

Estou usando meus exemplos, mas sei que tem muito marmanjo que também faz isso… quem disse aquela maldita frase “tudo que é mais difícil é mais gostoso” com certeza não passou por isso.

Eu não entendo o por que de toda essa história mas acredito que a culpa é um pouco de todos nós, porque aturamos gente assim por medo de ficarmos sozinhos, por tesão ou por carência, sei lá! Se ao primeiro sinal de #mimimi a gente já mandasse um belo foda-se e partisse para outra, a vida seria muito mais fácil. Ultimamente ando colocando isso em prática e olha, nunca me senti melhor ;D

Conversando com outra amiga, ela me disse que isso pode ser insegurança também. Tudo bem, eu até entendo isso, mas ser inseguro não te dá o direito de tratar mau as pessoas certo? Afinal educação vem de berço.

Ao meu ver é mais fácil sempre mandar a real, suas verdadeiras intenções e pensamentos (sinceridade sempre). Tudo que é combinado não sai caro! Ninguém se machuca e todo mundo economiza tempo.

Se só tá afim de pegação, deixar isso claro, que não quer se envolver, que só quer curtir.

Se está disposto a algo mais sério, virar e dizer: Olha, eu conseguiria viver sem você e você sem mim, mas eu morro de curiosidade de saber como seria vivermos juntos, um completando a vida do outro. Sei também que em alguma hora, eu ou você , ou até os dois vão ficar malucos e iremos querer pular fora, mas se eu não te pedir AGORA para ser minha, sei que me arrependerei.
Não faço idéia onde tudo isso vai dar, mas quero muito descobrir. Vamos?

joguinhos sedução nao pense happy coupple casal felizEu sei que quando o assunto é relacionamento, não existe fórmulas prontas mas a sinceridade ajuda muito, seja qual for sua intenção com a outra pessoa.

Eu quero alguém que me ganhe nos detalhes. E que eu também a conquiste assim.
Nos conhecendo aos poucos, tanto nossas qualidades quanto nossos defeitos.
Mas como proceder com alguém que vive de joguinhos? Como saber qual é a atitude verdadeira e quais são as fórmulas prontas?

Seria como ter alguém pela metade… e vocês sabem né? De metade ninguém vive.

Beijo do gordo

Ps: Segue a baixo dois videos que ilustram um pouco o que eu estou dizendo.

Ps2: Só eu acho a menina do Casal Sem Vergonha simplesmente maravilhosa?rs


Crack e a “Elite dos excluídos” – parte 2

Depois de um post miscigenado com indignação, em linguagem corriqueira, e com o intuito de iniciar e ou continuar algumas reflexões, neste post, gostaria de falar sobre o que tem sido feito.

Em Jacarepaguá, o jornal lançado sob o nome Bom dia Cruzeiro, por alunos do colégio Cruzeiro, trouxe em uma de suas primeiras reportagens, um entrevista com uma mulher, Maria Thereza Aquino.

  • Quem é ela?  Diretora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao uso de Drogas (Nepad), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj)

FONTE: TERRA VIDA E SAÚDE

Princípio ativo: O crack é uma mistura de cocaína em forma de pasta não refinada com bicarbonato de sódio. Esta droga se apresenta na forma de pequenas pedras e pode ser até cinco vezes mais potente do que a cocaína. O efeito do crack dura, em média, dez minutos.

Sua principal forma de consumo é a inalação da fumaça produzida pela queima da pedra. É necessário o auxílio de algum objeto como um cachimbo para consumir a droga, muitos desses feitos artesanalmente com o auxílio de latas, pequenas garrafas plásticas e canudos ou canetas. Os pulmões conseguem absorver quase 100% do crack inalado.

Efeitos:Os primeiros efeitos do crack são uma euforia plena que desaparece repentinamente depois de um curto espaço de tempo, sendo seguida por uma grande e profunda depressão. Por causa da rapidez do efeito, o usuário consome novas doses para voltar a sentir uma nova euforia e sair do estado depressivo.

O crack também provoca hiperatividade, insônia, perda da sensação de cansaço, perda de apetite e conseqüente perda de peso e desnutrição. Com o tempo e uso constante da droga, aparecem um cansaço intenso, uma forte depressão e desinteresse sexual.

Os usuários de crack apresentam um comportamento violento, são facilmente irritáveis. Tremores, paranóia e desconfiança também são causados pela droga. Normalmente, os usuários têm os lábios, a língua e a garganta queimados por causa da forma de consumo da substância. Apresentam também problemas no sistema respiratório como congestão nasal, tosse, expectoração de muco preto e sérios danos nos pulmões.

O uso mais contínuo da droga pode causar ataque cardíaco e derrame cerebral graças a um considerável aumento da pressão arterial. Contrações no peito seguidas de convulsões e coma também são causadas pelo consumo excessivo da droga.

Histórico: Ao contrário da maioria das drogas, o crack não tem sua origem ligada a fins medicinais: ele já nasceu como uma droga para alterar o estado mental do usuário.

O crack surgiu da cocaína, feito por traficantes no submundo das favelas e guetos das grandes cidades sendo, portanto, difícil precisar quando e onde realmente ele apareceu pela primeira vez. O nome “crack” vem do barulho que ele faz quando está sendo queimado para ser consumido.

Curiosidade: Existe uma variação do crack que tem um poder alucinógeno ainda maior, trata-se de uma droga chamada Merla. A Merla apareceu pela primeira vez nas favelas do Grande ABC em São Paulo e é feita com sobras do refino da cocaína misturada com querosene e gasolina.

Vemos que por ser um droga relativamente barata e por causar perda de noção de muitas coisas, ela se torna cara demais para sociedade.

Como podemos ler um pouco mais em: Anjos e Guerreiros

Um fotógrafo profissional de 40 anos, depois de passar noites vagando pelas ruas, evitando as pessoas, não resistiu aos apelos do vício e entregou sua câmera Canon de última geração, avaliada em mais de R$ 20 mil, nas mãos de um traficante. Em troca, pediu 30 pedras de crack. Duas meninas, uma de 8 e outra de 12 anos, satisfaziam todos os desejos sexuais de “craqueiros”, em uma praça do Rio, para ter a droga. Embora os efeitos devastadores do crack sejam conhecidos, nem mesmo os especialistas mais experientes possuem uma receita eficaz para tratar os usuários dessa droga. “Calcula-se que hoje pelo menos 1, 2 milhão de pessoas usem crack no Brasil. A maioria jovens. A gente não está falando de usuários de uma droga. A gente está falando de uma geração. Acho que estamos despreparados. Estamos de calças curtas. A gente não sabe como lidar com isso”, reconhece a psiquiatra Maria Thereza Aquino, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que durante 25 anos dirigiu o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas (Nepad).

Os dramas dos personagens acima foram relatados a profissionais do Nepad, instituição que capacita professores, desenvolve pesquisas e oferece atendimento psicanalítico e terapêutico aos usuários. “Eu, honestamente, de todos os pacientes de crack que atendi, perto de 200, de 2008 a 2010, só recuperei um”, admite a psiquiatra. Quanto ao aumento do número de usuários no Brasil, que já contabilizaria mais de 1 milhão de pessoas, Maria Thereza se refere ao estudo apresentado no início do mês passado pelo psiquiatra Pablo Roig, especialista no tratamento de dependentes da droga, durante o lançamento da Frente Parlamentar Mista de Combate ao Crack, na Câmara dos Deputados. “O crack tem uma extensão assustadora. Existe uma sensação de descontrole, de perda da situação”, afirma Pedro Lima, da Secretaria municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro. “É uma coisa que assusta muito a gente. O problema é que quase ninguém sabe como lidar com isso”, emenda a gerente de projetos da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Suelen da Silva Sales, ao anunciar a formação de 900 policiais (militares, civis e peritos) que vão atuar nas fronteiras do país para evitar a entrada de drogas como cocaína e pasta base usadas na produção do crack. “O crack apresentou nos últimos 5 anos um fato novo em relação aos desafios no campo da saúde. As respostas têm sido heterogêneas, atrapalhadas, precipitadas. É preciso serenidade, pois estamos diante de uma experiência trágica. É uma situação social de extrema gravidade”, alerta o coordenador da área de saúde mental do Ministério da Saúde, Pedro Gabriel Delgado. Na semana passada, durante dois dias, um grupo de especialistas, incluindo Pedro Lima, Suelen Sales e Pedro Gabriel, se reuniu na sede da organização não governamental Viva Rio para definir estratégias e formular um documento com orientações de como tratar o problema do crack. As recomendações serão entregue a equipes do Programa de Saúde da Família.

De acordo com os especialistas, de todas as drogas o crack é a mais perversa. Por ser inalada, atinge diretamente o pulmão e o cérebro em cerca de oito segundos. Como o efeito é rápido, o usuário quer consumir cada vez mais, para manter a sensação de prazer constante. Com a frequência, o usuário se torna dependente em menos de cinco vezes de utilização. As últimas pesquisas sobre a droga mostram que em geral 30% dos usuários de crack morrem nos primeiros 5 anos de uso.
“Quem usa crack está sob a ação de uma cocaína quase 80 vezes mais poderosa do que a cocaína comum”, atesta Maria Thereza Aquino.
“O indivíduo algum tempo depois, três meses depois do uso, começa a ter tosse sanguinolenta, o nariz não para de escorrer, começa a decompor a musculatura, fica com uma magreza só comparável à magreza da Aids. Ele fica frágil, o pulmão arrebentado, o cérebro também sofre pequenas hemorragias. Então, o sujeito pode ter um comportamento errático. O que você consegue perceber no usuário de crack é uma espécie de indigência mental e física muito grande”, analisa a psiquiatra. Para ilustrar o estado de um dependente de crack em estágio avançado, Maria Thereza costuma contar o relato de um de seus clientes. “Um paciente meu, universitário de 19 anos, estava namorando uma garota que frequentava com ele redutos de consumo de crack. Ele parou e voltou ao lugar para ver se a convencia – ela era de uma boa família – a parar. O rapaz disse que se viu diante da mais pobre menina de rua que já tinha visto. Era uma moça bonita e que estava em três meses completamente acabada. Essa droga provoca uma degradação humana assustadora”, conclui.

“Crack” e a Elite dos excluídos – parte 1

O caminho que leva as drogas é conhecido há séculos: Curiosidade, desestruturação familiar, falta de conhecimento e principalmente a SOCIEDADE.

A hipocrisia e ignorância são as principais atrizes de um palco triste de se ter para um espetáculo dramático. Uma, pinta a córnea de uma elite burra (sem generalizar, porém uma grande maioria) com uma tinta guache bem forte e nada transparente, uma bucólica, badalada e desejada vida de consumo e check in para um convívio (patifaria, negociatas, putaria, julgamentos, fofocas e etc) social. E a outra fundamenta a certeza de que somente esses são os civilizados, um povo com a córnea pintada com cores e emblemas que representem a “cultura” ou a “nação”.

A elite a que me refiro, não são as pessoas ricas, classe média e nem intelectuais, me refiro aos que governam e decidem os rumos do nosso país. Eles, infelizmente representam, não a elite, mas o povo.

O povo entregou nas mãos deles o próprio destino. A elite financeira e social, se vale de uma herança, conhecimento e senso de oportunidade para não acabar como o povo; Nas mãos da elite que manda.

O exemplo disso? Basta se lembrar de quando uma  cidadã foi presa porque roubou um pote de manteiga e pão, e olha que eu nem preciso dar tantas referências, pois isso não aconteceu uma vez só, e também não será a última. Agora veja que curioso, essa cidadã foi parar na penitenciária sob custódia da defensoria pública, amargou meses e …. Bom, eu não sei o que aconteceu com ela, pois… a mídia não noticiou mais nada.

Já um grande ladrão de colarinho branco, jogador de futebol que atira na mão da mulher ou não, que seja… isso, ahhhh isso sim eu vou continuar ouvindo falar na TV. Mas o curioso é que ele ta sempre bem arrumado, entrando em carros do nível Mercedes pra cima e sempre escoltado de policiais e jornalistas.

Uhhhh o caso é de repercussão nacional e bla bla bla….

Com certeza a elite politica não representa o jogador Adriano, e nem a cidadã que roubou o pão la com a manteiga. Afinal, ahhh manteiga também???? Mas que pobre metido a ricooo neh??? Não se contentou com o pão?? 

A verdade é que os usuários de crack da “Cracolândia” são  algo em torno de 300 pessoas ou seja  0,0001% da população brasileira e surgiram não por vontade própria mas por vários fatores que não tangem somente às próprias escolhas.

Eles não são só vitimas, não… são culpados também da condição em que estão, mas não o são sozinhos.

Uma criança que cresce em um ambiente extremamente violento, não necessariamente irá partir para esse lado, mas isso não depende só dela. Os referênciais pai, mãe, família, irmãos e etc, podem influenciar, bem como exemplos de fora, como ativistas, voluntários e etc.

É impossível descobrir o verdadeiro causador da formação ou da deformação da personalidade de alguém, ou de um grupo de pessoas, mas é possível estudar e perceber as reais causas e trabalhar em cima disso.

A ação da polícia sobre a Cracolândia, não foi errada por sí só, ela foi necessária, mas será que essa ação integra um conjunto de outras ações para se acolher essas pessoas? Essa elite dos excluídos de um dos Estados, de uma das cidades de um dos bairros de uma das ruas desse páis?

É como querer abrir uma empresa. Tem-se o dinheiro, compra-se tudo, faz-se aquela mudança e não se contrata funcionários, não se organiza o atendimento, ou seja, a ação de comprar tudo para a empresa não foi complementada e por isso, não foi válida.

O buraco não só é mais embaixo, mas também é variado e multifacetado.

Perceber isso, pensar sobre isso, nos leva a (se realmente nos sensibilizarmos) pensar sobre as propostas que são debatidas (debatidas é modo educado de dizer: Fingidamente vomitadas pelo horário politico eleitoral) pelos candidatos (candidatos a se darem muito bem na vida). Podemos sim, ajudar nossos conterrâneos a começar melhorar de vida.

Um vereador, deputado, senador, prefeito e etc que possui idéias interessantes pode ser um bom passo para isso. Quais as idéias desses caras? Quais as nossas idéias?

O que seu bairro precisa? O que as pessoas do seu bairro precisam? O que as pessoas do bairro vizinho precisam?

Os postos de saúde estão bons?

Você acha que psicólogo e assistente social são importantes nestes serviços? Você entende o que eles fazem?

Se você não entende, você acha que aprendeu a pensar, filosofar na sua escola?

Por falar na escola, ela é segura? Tem professores bons? Os professores ganham bem?

Por falar nos professores, será que existem propostas de melhorias para eles? Você acha que eles merecem?…………………………..

Podemos ficar aqui atéééé você cansar de ler, porque eu não vou cansar de escrever.

O crack é um probleminha perto de tantos outros anteriores, tantos outros mais simples até, porém, ao escolher ele como isca para você ler esse texto, pensei não no fato, mas no contexto de toda a história envolvida na cracolândia.

Pois a cracolândia em sí não preocupa, mas o que preocupa é o que a gerou? Será que o que a gerou não irá gerar outros espaços com outros problemas com outras “soluções” meia boca?

O presente post não foi feito para esclarecer, eu nem me atrevo a tentar, mas foi feito para expor a minha opinião sobre o que é problema… não é o politico corrupto, é aceitarmos ele. Não é a cracolândia, é não querermos mais que ela exista e simplesmente não passamos perto ou apoiamos que ela seja simplesmente extinta, como varrer a sujeira para baixo de tapete.

Enfim, o problema não são os problemas, mas sim as sementes que foram plantadas por antepassados, e enquanto ficarmos nessa onda de deixar a vida levar, levar as coisas mais na boa e etc e tal, iremos regar essas sementinhas!

Levar a vida numa boa é maravilhoso, e importante, mas é preciso levar a vida numa boa e separar o tempo para  olharmos para o bairro vizinho, ou melhor para a rua vizinha, ou melhor ainda, para o vizinho…

Por falar nisso, deixa eu ir perguntar os nomes dos meus vizinhos.

Até lá.

No próximo post: Efeitos sociais, biológicos e políticos do Crack e cia ILIMITADA.


E agora José?

monique daniel bbb 12 e agora josé blog não pense

A notícia mais quente do momento rola solta, Monique, participante do Big Brother Brasil foi abusada sexualmente pelo participante Daniel enquanto ela dormia, após uma longa noite de bebedeira. O vídeo foi postado na internet e, com isso, muita gente teve acesso à cena em que é possível visualizar movimentos por debaixo do edredon, no entanto, Monique não se move em nenhum momento, sugerindo que ela estava realmente adormecida, enquanto Daniel “brincava” com ela.

Eu não assisto o BBB (e não me acho melhor por isso, eu só realmente não me interesso), mas essa notícia me chamou a atenção, principalmente pelos comentários que li no facebook, postados por pessoas do meu convívio social. Basicamente são comentários extremamente moralistas, machistas e algumas humorísticas.

Quero comentar algumas das quais me deixaram de queixo caído: “Acho que ela também deveria ser expulsa por ter bebido demais, ninguém mandou provocar”. Bom, vamos lá, eu concordo que é importante cuidarmos de nós mesmos, afinal, beber exageradamente pode levar a diversas tragédias como um acidente de carro, por exemplo, e usar uma roupa provocante pode vir a ser um fator de risco. Mas se uma mulher (ou um homem, por que não?) se encontra bêbada e/ou com uma mini-saia, isso dá o direito à outra pessoa de abusá-la sexualmente? Então, se um dia você ir a uma festa e acabar exagerando na bebida, um cara qualquer, um conhecido ou um amigo seu tem todo o direito de “brincar” sexualmente com você?

E por que ela deveria ser expulsa também? Que regra ela infringiu? Ela bebeu? E a rede globo colocou bebidas lá na festa para quê?… “Ah, mas ela bebeu demais”, se for por essa lógica, outros também beberam demais, então eles deveriam ser expulsos? E qualquer um poderia abusar dos participantes que beberam demais? ..E quem espera ser abusada sexualmente em rede nacional, com uma equipe da rede globo monitorando a casa 24 horas por dia?

Outro comentário: “Quando um cara bêbado fica com uma menina estranha não é estupro”. Confesso que de início não entendi, o que seria uma menina estranha? Prefiro imaginar que o autor dessa frase tenha colocado a polêmica para a questão do masculino, ou seja, quando é a mulher que abusa sexualmente um homem isso não é considerado estupro. Pois eu digo, se ele não estava consciente e se ele não consentiu, é estupro, é abuso sexual sim, por que não? Só por que ele é homem?

 e agora josé blog não pense big girls driking

Nossa sociedade machista não aceitaria bem essa situação, um cara que fosse abusado sexualmente enquanto estivesse inconsciente e reclamasse depois provavelmente seria taxado por muitos: “gay”, “bixa”. Mas a verdade é que sendo gay ou 100% hétero, um homem tem todo o direito de se recusar a ter relações sexuais.

Passemos agora para os comentários humorísticos, esses foram os que ao invés de me fazerem rir, por pouco não me fizeram chorar. Veja bem, eu não estou criticando aqueles que levam a vida de uma maneira leve e conseguem ver graça na vida mesmo diante de tantas tragédias e sofrimentos, pelo contrário, eu admiro muito os que conseguem passar mensagens sérias através do humor, da ironia, da brincadeira. No entanto, o que eu percebi foi que, nesse caso, muitas pessoas utilizaram o humor para não pensar e não discutir a respeito da problemática do estupro.

Entre várias piadinhas, comento especialmente uma: é uma imagem compartilhada por muitas pessoas do facebook em que há um homem de terno com uma câmera na mão dizendo: “Vamos parar de falar de estupro, agora vamos falar da tekpix”. Os que conhecem a propaganda da tekpix sabem o quanto aquilo é um pé no saco, é entediante, repetitivo, é chato. A mensagem que essa imagem trás é de que falar do que aconteceu recentemente no BBB, falar do estupro é repetitivo e chato, inclusive é mais repetitivo e chato do que o comercial da tekpix. E aí eu me pergunto, onde vamos parar com isso? Porque se não paramos para discutir seriamente sobre o assunto, como é que essa questão pode ser tratada?

Esses movimentos que eu citei, ao meu ver, de culpabilizar a mulher ou criar piadas sobre a situação, não só minimiza a responsabilidade de Daniel pelo ato e dá menos ênfase à sua ação, como também faz com que nós próprios não nos responsabilizemos pelo ocorrido. Isso mesmo, porque podemos até não ter estuprado ninguém, mas cabe a nós, cidadãos, pensar, refletir e agir em torno desse problema. Eu concordo que a TV Globo está errada, que deveriam ter impedido o Daniel naquele momento, que deveriam ter tomado providências logo de início. Contudo, milhões de brasileiros presenciaram a cena… e muitos criticaram a moça, muitos falaram mal do rapaz, muitos apedrejaram a rede Globo e poucos cogitaram: “será que isso não reflete o quem acontecido em nosso País?”. E acredito que poucos pensaram: “E o que eu posso fazer com relação à isso?”.

Acredite, criticar a rede globo ou apenas fazer piadas sobre o assunto não vai mudar muita coisa, mas é..pode fazer com que você durma tranqüilo e com a consciência limpa, afinal, você não tem absolutamente nada haver com relação a isso, não é?

Milca Freitas

monique daniel bbb 12 e agora josé blog não pense big brother brasil


Artigo sobre o BBB

Luís Fernando Veríssimo BBB big brother brasil crítica

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. […] Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.

[…] Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.

Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo santo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a “entender o comportamento humano”. Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores). Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.

Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ir ao cinema…, estudar… , ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins… , telefonar para um amigo… , visitar os avós… , pescar…, brincar com as crianças… , namorar… ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.

Luís Fernando Veríssimo


A Internet pode ficar coxa

sopa stop the internet piracy blog não pense

A meu ver, a censura sempre fui usada de alguma maneira ao longo dos séculos, desde quando começamos datar a história do homem nesse mundo. Foce com a força física ou não, ela sempre esteve lá, defendendo interesse de poucos.

Não vou dizer que sou ingênuo a ponto de acreditar que a internet é livre de censura, mas acredito que se existe algo que esteve mais perto de uma liberdade e contribuição plena, em escalda mundial, é ela. Pelo menos por enquanto.

Está transitando nos senado americano dois projetos de lei que acabarão com a nossa liberdade de surfar na internet como bem queremos, as chamadas Stop Online Piracy Act e Protect IP Act.

Apelidados de SOPA e PIPA, os projetos permitirão que empresas que encontrarem sites que estejam violando seus direitos autorais possam simplesmente suspende-lo, sem conversa, sem negociação, nada! Não importa se for um link errado, ou um comentário de algum usuário com link que inflinga os direitos, o site sairá do ar sem sequer precisar de uma ordem judicial.

sopa stop the internet piracy blog não pense google censured

Ou seja, todos os servidores terão que ficar de olho em qualquer movimento na internet, seja uma busca no google, algum comentário nas Redes Sociais, Fóruns, todos os cantos dessa imensidão on-line serão varridos a procura de materiais que inflijam qualquer lei autoral!

O nome para isso? Censura! Para vocês terem uma idéia, os métodos descritos nos projetos são os mesmos utilizados em países como China e Irã.

Talvez você esteja pensando “Mas é nos USA, o que eu tenho a ver com isso?” – Os Estados Unidos possuem grande parte dos serviços que usamos (Servidores, sistemas de buscas, emails, redes sociais, upload de arquivos em nuvens) então seremos atingidos de qualquer maneira.
Ainda penso que isso vai abrir oportunidade de outros países criarem leis parecidas, afinal, se em um país como os USA que possuem uma população muito mais participante no governo está ocorrendo algo assim, imagina aqui no Brasil que os políticos deitam e rolam?

Não… Não…. Temos que fazer o que está em nossas mãos para que essas leis nunca sejam aprovadas!

Os dois mais poderosos da internet, Facebook e Google já expressaram serem contra esses projetos e disseram quer irão fechar seus serviços por algum tempo caso sejam realmente aprovados. Já pensou ficar sem poder pesquisar algo no Google? Muita gente vai pirar, inclusive eu! Twitter, Ebay, Amazon, Mozilla e a Wikipedia também seguiram o mesmo caminho.

Os serviços não desapareceriam, mas teriam que ser amplamente vigiados, até nós teríamos que pensar duas vezes antes de compartilhar qualquer coisa, pois mesmo que o erro fosse mínimo, já seria o suficiente para qualquer empresa nos processar.

sopa stop the internet piracy blog não pense que aponha

Nos dias de hoje que todo mundo quer compartilhar informações, momentos felizes, imagens, videos….. essa lei vai de encontro a tudo isso! Nos fará retornar aos tempos de internet discada praticamente!

O pior de tudo é que pelo o que eu li,  os responsáveis por votarem nessas leis mal usam a internet, não conseguem entender qual será a real influencia do SOPA e IPA e estão sendo levados apenas pela opinião das empresas que se beneficiaram com elas (basicamente produtoras de filmes, música e jogos). Em discussões públicas, os políticos não conseguiram esclarecer exatamente o que são essas leis e por que são necessárias.

Tudo será decidido no dia 24 de janeiro então temos poucos dias para levantar a nossa voz! Assine a petição on-line e divulgue esse texto para o maior número de pessoas possíveis! Precisamos chegar a um milhão e meio de assinaturas, boa-sorte a todos nós!

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Segue um vídeo traduzido que esclarece muito mais sobre o IPA:

Agora sobre o PIPA:


So long, my friend

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Despedidas sempre tiveram um grande poder de influência no meu humor.
Ainda tenho na memória os dias que levava minha mãe na rodoviária por conta do trabalho, esperava ela subir no onibus e a observava partindo. Em quase todas ocasiões me perguntava se haveria uma melhor maneira de se despedir, pois me parecia que sempre ficava algo por dizer.

Eu não sou de chorar, mas despedidas me comovem e hoje eu me despedi de um amigo que vai mudar de cidade. Fechamos um ciclo para começarmos outro.
Sei que faltará algo nos meus dias afinal a distância impossibilita aquelas visitas rápidas e as conversas semanais jogadas foras numa mesa de bar.

Mas eu sei que a vida tem dessas coisas. O tempo passa, a gente cresce e os desafios ficam mais complicados e em certos casos, mais distantes.
Agora é olhar para frente e ver o que o futuro nos trará.

Lhe desejo o melhor e já faço planos para o dia em que irei visitá-lo.
Bons momentos me vêm a memória e sorrio com a certeza de que você vai levando ao menos um pouco mim.
Porque muito de você está aqui comigo.

Beijo do gordo


Faculdade de Medicina da Usp faz 100 anos

Ao projetar uma escola de formação de médicos para o estado de São Paulo, em 1912, o grupo reunido em torno de Arnaldo Vieira de Carvalho pensava em fazer algo diferente. O objetivo era ter um currículo moderno, diferente das três primeiras faculdades de medicina do país, a de Salvador, a do Rio de Janeiro e a de Porto Alegre. Planejou-se um curso preliminar de um ano e outro geral de cinco anos, com 28 disciplinas. Diretor nomeado da nova escola, Vieira de Carvalho orientou o ensino para que tivesse base científica e experimental, com ênfase em pesquisa e estudos laboratoriais. Nas duas outras faculdades o modelo era de aulas teóricas com destaque para clínica. Cem anos depois, o projeto mostrou-se acertado ao tornar a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) uma fonte contínua não só de bons médicos, mas também de pesquisas científicas sobre o campo médico e de saúde.
O começo foi difícil. Um ano antes da fundação da então Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo surgia a Universidade Livre de São Paulo, de cunho privado, que nada tem a ver com a USP criada em 1934. A instituição nasceu na esteira da lei Rivadávia Correia, de abril de 1911, que permitia a organização do ensino particular no Brasil. Esta universidade particular, comandada por Eduardo Guimarães, começou com cinco cursos, um deles de medicina. Mas não durou muito – em dezembro de 1912 Vieira de Carvalho conseguiu a aprovação do governo paulista para a faculdade oficial. Esta medida, aliada a outras – como a oposição da elite médica local, que considerava a iniciativa privada de má qualidade –, levou o empreendimento ao fracasso em 1917.
O projeto da faculdade oficial teve dificuldade em conseguir dinheiro regular do governo. Nos primeiros anos funcionava em dependências da Escola Politécnica, da Escola de Comércio Álvares Penteado e de um prédio alugado na rua Brigadeiro Tobias. As aulas começaram em 1913 com apenas três professores: Carvalho, Celestino Bourroul e Edmundo Xavier. Aos poucos se agregaram a eles Guilherme Bastos Miward, os franceses Emille Brumpt e Lambert Mayer e os italianos Alfonso Bovero, Alexandre Donatti e Antonio Carini, entre muitos outros.

“Em 1916 veio o apoio da Fundação Rockefeller, que demorou a se efetivar por razões políticas”, conta o historiador André Mota, coordenador do Museu Histórico da FMUSP. “A contrapartida exigida pelos americanos era a construção de um hospital de ensino, que até então funcionava na Santa Casa.” Vieira de Carvalho morreu em 1920, aos 53 anos, e o acordo com a Rockefeller só saiu do papel em 1926. Em 1931 foi inaugurado o prédio atual da faculdade, custeado pela fundação, e três anos depois surgiu a USP. A inauguração do Hospital das Clínicas ocorreu em 1944. Junto com ele começam se estruturar os institutos especializados. Hoje há oito deles.

O reconhecimento internacional de excelência da faculdade ocorreu em 1951, quando a Sociedade Americana de Medicina a colocou entre as 15 melhores do mundo. “Hoje o ranking da Universidade de Xangai, um dos vários existentes, a classificou em 76º lugar; é o único curso brasileiro entre os Top 100”, diz José Otávio Costa Auler Júnior, vice-diretor em exercício da faculdade. “Queremos ficar entre as 50.” Nesses 100 anos, o corpo docente foi responsável por avanços científicos pioneiros, como o primeiro transplante de rim da América Latina (1965), o primeiro de fígado da América do Sul (1968) e o segundo de coração do mundo (1968), entre muitos. Em 1975 foram criados 62 Laboratórios de Investigação Médica (LIM) nos quais hoje se produzem 4% da pesquisa nacional (ou 14% na área médica do país).

Para o futuro, Costa Auler revela três objetivos. “O primeiro é promover a maior integração dos grupos de pesquisa com pesquisadores do exterior de modo a aumentar o impacto da ciência produzida”, diz. O segundo é estruturar novos modelos educacionais para tornar os cursos mais eficientes, buscando a excelência no ensino. E, por último, desenvolver estratégias voltadas para alguns dos problemas de saúde pública das grandes cidades, como poluição, álcool e drogas.

Edição de Janeiro da Revista Pesquisa Fapesp


Recomeçar… é preciso.

 

RECOMEÇAR

Não importa onde você parou… em que momento da vida você cansou… o que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.

Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo… é renovar as esperanças na vida e o mais importante… acreditar em você de novo. Sofreu muito nesse período? foi aprendizado…

Chorou muito? foi limpeza da alma…

Ficou com raiva das pessoas? foi para perdoá-las um dia…

Sentiu-se só por diversas vezes? é porque fechaste a porta até para os anjos… Acreditou que tudo estava perdido? era o início da tua melhora…

Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz… de encontrar prazer nas coisas simples de novo. Que tal Um corte de cabelo arrojado…diferente?

Um novo curso…ou aquele velho desejo de aprender a pintar…desenhar…dominar o computador… ou qualquer outra coisa…

Olha quanto desafio…quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.

Tá se sentindo sozinho? besteira…tem tanta gente que você afastou com o seu “período de isolamento”… tem tanta gente esperando apenas um sorriso

 teu para “chegar” perto de você.

Quando nos trancamos na tristeza… nem nós mesmos nos suportamos… ficamos horríveis… o mal humor vai comendo nosso fígado…

até a boca fica amarga. Recomeçar…hoje é um bom dia para começar novos desafios. Onde você quer chegar? ir alto…sonhe alto…

queira o melhor do melhor… queira coisas boas para a vida… pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos… se pensamos pequeno…

 coisas pequenas teremos… já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor… o melhor vai se instalar na nossa vida.

 E é hoje o dia da faxina mental… joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho de coisas tristes… fotos…peças de roupa, papel de bala…

ingressos de cinema, bilhetes de viagens… e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados… jogue tudo fora…

mas principalmente… esvazie seu coração… fique pronto para a vida… para um novo amor… Lembre-se somos apaixonáveis… somos sempre capazes

 de amar muitas e muitas vezes… afinal de contas… Nós somos o “Amor”… ” Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”

Carlos Drummond de Andrade.