Amor, espetáculo e cultura…

O amor é cultural? O comportamento diante dele é algo que aprendemos?

Questões como essas não são tão claras quando nos encantamos por alguém, e ainda mais quando olhamos para o dia a dia a “rotidiana” (rotina cotidiana), uma palavra que soa tão chato como o som que ela produz. O dia a dia pode parecer um tédio para os que querem a vida sempre com novidades. Isso é uma redundância enorme.

Imagine você, homem, chegando do trabalho todo cansado, e sabe que sua mulher também chegou do mesmo jeito. O sexo, o carinho, a conversa são formas de aliviar toda a tensão física e psicológica travada no dia a dia. Você chega em casa, e encontra dia após dia uma pessoa que sempre é a mesma. Isso é ruim?

Eu posso te garantir que não, pois pense que essa pessoa do dia após dia, é aquela que te conhece, que sabe quem você é, que conhece seus defeitos, suas qualidades, e até mesmo o que  fazer para te deixar mais…. calmo.

O mesmo digo as mulheres, que encontram seu parceiro e acham que ele trará grandes novidades. É até bom que ele não seja tão “novidativo” assim, pois isso traria sérios problemas ao casal. Mas vocês, e nós, nos entendemos muito bem quando lutamos pelos mesmos direitos. Ou seja, do mesmo jeito que o homem quer carinho, vocês também querem. Desse mesmo jeito, quando vocês querem ouvidos, eles também.

Por isso, a partir e agora neste post, não mais diferenciarei homens e mulheres, e direi pessoas!

As pessoas precisam de coisas e também sabem dar outras. E é isso que devemos nos focar. De onde vem isso? Aprendemos a amar? Sabemos  como nos portar diante de cada situação? A arte imita a vida ou a vida imita a arte?

Eu não sei bem a resposta, mas já tive a oportunidade de construir uma bela cena de amor para um amor meu, uma cena da qual jamais poderiamos, ambos, esquecer. Essa atitude, foi planejada, pensada, alimentada com carinho e com respeito. Não aquela coisa de esconder do outro, até o momento de ver se ele ou ela dá valor. A questão é: Mostre-se e deixe que a pessoa perceba o que perdeu, perderá ou nunca terá se não aproveitar as chances que o dia a dia nos proporciona.

A questão não é relevar erros ou acertos, a questão é fazer o espetáculo e deixar com que o público decida entre aplaudir ou simplesmente vaiar.

Quem teve a oportunidade de assistir a esse filme, pode perceber que o personagem interpretado por Adam Sandler, simplesmente não sabia o que fazer, e bolou uma idéia. Ele poderia simplesmente ter ficado puto com a mina por ela não lembrar dele, mas ele se importou apenas com o sentimento que ele teve e que ele imaginou que ela teve.

A grande sacada é a luta, é o trabalho, é o esforço, errando, acertando e corrigindo e errando, e arriscando. São verbos e não substantivos como: cobrança, valor (em o valor), e etc. É como um autor que escreve um livro nas páginas em branco sem cobrar delas respostas, acontecimentos ou qualquer coisa que seja, ele simplesmente se inspira e escreve. Se forem dois autores, cada um segue do jeito que quer, mas sempre respeitando a história criada pelo anterior. Mas respeito não significa em concordar, e sim em dialogar.

Quando a emoção e a razão dialogam temos a sabedoria… quando elas brigam temos o impulso.

Amor galera… paz… humildade…

Abraço a todos.

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Sobre Bruno Oliveira

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